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Basileu França apresenta a Ópera do Malandro dia 12 de dezembro

Publicado em 30/11/2017

As produções musicais do Itego em Artes Basileu França não param. A tradicional Ópera do Malandro, de Chico Buarque, coroa a programação musical no dia 12 de dezembro, às 20 horas, no Teatro Basileu França (Av. Universitária, 1750, Setor Universitário). Os ingressos antecipados custam R$ 10 e podem ser adquiridos na Produção Cultural da escola. Na bilheteria o valor será de R$ 20 no dia do espetáculo.

Ópera do Malandro é uma apresentação de formatura dos alunos do curso Técnico em Música do Basileu França, cuja exibição mescla orquestra, canto popular e diversos tipos de instrumentos musicais.  A releitura do musical de Chico Buarque, com arranjos de Marcos Rossetti e Marco Antônio Izzo, envolve música, teatro e dança. O Coletivo Basileu é um grupo formado por professores e alunos de música do Itego em Artes Basileu França, com direção geral de Nataly Brum, direção musical de Marcos Rossetti, direção vocal de Marco Antônio Izzo e preparação de atores (direção cênica) de Lourenzo Silva, além da direção de produção coordenada pelo Departamento de Música do Basileu França.

As canções da Ópera do Malandro foram escritas por Chico Buarque no final dos anos 70 e têm como pano de fundo o submundo de crime e exploração humana em um período de ditadura. Estão no repertório músicas como: Geni e o Zepelim, Viver do Amor, O Casamento dos Pequenos Burgueses, Doze anos, Uma Canção Desnaturada, Terezinha, Folhetim, Se eu fosse o teu patrão, Pedaço de mim, Homenagem ao malandro, entre outras.

Neste espetáculo o Coletivo Basileu tem como cantores/atores: Guto Rocha, Jôicy Salgado, Vere Lima, Alex Nascimento, Marcos Leibniz, Janaína Perillo, Kelves Vinícius, Lindalva Oliveira, Ricardo Machado, Lizz Miranda, Hérika Biases e Helder Naasson.

Segundo o diretor musical e professor de Prática de Conjunto do Basileu França, Marcos Rossetti, a proposta do Coletivo Basileu é de “romper limites entre músicas eruditas e populares, numa abordagem minimalista, com arranjos e concepção musical coletivos”.

Texto: Ellen Ribeiro